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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Confira 8 curiosidades sobre drenagem linfática

Esteticistas comentam muito sobre a drenagem linfática e seus benefícios. Mas você sabe exatamente para quê é indicada e quem não deve usá-la? Então, confira essas e outras curiosidades mencionadas pela esteticista Maria José Costa, da Clínica Aesthera Dermatologia de São Paulo:




1) A drenagem linfática é uma técnica de massagem que estimula e potencializa o funcionamento do sistema linfático. Com isso, toxinas e líquidos acumulados em excesso nos tecidos corporais, responsáveis por inchaços e agravantes de celulite, são eliminados. Ela dever ser realizada com diversos movimentos circulares, bastante precisos e bem suaves.



2) A linfa, que circula nos vasos linfáticos, é o líquido responsável pela saída do excesso de água e resíduos metabólicos que ficam nos tecidos entre as células. A drenagem linfática tem por objetivo tornar todo esse processo mais eficaz, aumentando a oxigenação e estimulando a renovação das células.



3) Existem diferentes técnicas de drenagem, mas em todas os movimentos realizados devem obedecer ao fluxo, a sequência e a disposição superficial dos vasos do sistema linfático. Uma das opções utiliza movimentos precisos, lentos e contínuos, partindo de um ponto específico na região a ser tratada, associados à aplicação de bandagens na área imediatamente tratada.



4) Com a circulação sanguínea mais ativada pela drenagem, alguns benefícios são maior resistência imunológica, melhora no contorno corporal, diminuição de inchaços e celulites.



5) A drenagem linfática pode contribuir na prevenção da flacidez da pele, pois o organismo consegue produzir um tecido com melhor qualidade nutricional a partir da eliminação do excesso de toxinas metabólicas. Mas não recupera a já existente.



6) Pode ser associada a outros procedimentos estéticos, como ultrassom, massagem modeladora, massagem relaxante, pré e pós-operatório.



7) Inicialmente, são recomendadas duas sessões por semana, até completar 10. Após esse período, o paciente deve ser avaliado para analisar a necessidade de cada caso.



8) É contraindicada em alguns casos. Entre eles estão pessoas com histórico de trombose, câncer, pós-cirurgia de fraturas de grandes ossos, em processos infecciosos. Se estiver com alguma doença ou em outra situação que cause dúvida sobre a possibilidade de apostar na técnica, busque uma avaliação médica.

Mitos e verdades sobre o cabelo

1. Cortar o cabelo todos os meses acelera o seu crescimento. Errado




Explicação:



O Corte serve somente para retirar as pontas mais danificadas. Está cientificamente provado que o cabelo cresce, em média, cerca de 1 cm mensalmente, independentemente do corte.



2. Água fria deixa os cabelos mais bonitos e saudáveis. Correcto



Explicação:



A água fria ajuda a fechar as cutículas, tornando assim, o brilho dos fios de cabelo mais evidente, contribuindo para uma menor oleosidade.



3. Dormir com o cabelo molhado apodrece a raiz. Errado



Explicação:



O que acontece é que dormir com o cabelo húmido, favorece o aparecimento de fungos e micoses, principalmente em pessoas com tendência à formação de caspa. Contudo, não apodrece de forma alguma a raiz.



4. Lavar os cabelos diariamente causa queda. Errado



Explicação:



Os cabelos que caem na lavagem, cairiam naturalmente, pois já se encontravam em fase de queda.



5.Cortar o cabelo na fase Quarto Crescente da Lua, favorece o seu crescimento. Errado



Explicação:



Nada indica que a Lua interfira no crescimento do cabelo. Este mito encontra-se ligado às antigas tradições agrícolas e cultivo dos campos.



6.Aplicar o condicionador na raiz deixa os cabelos mais oleosos e pode provocar o aparecimento de caspa. Correcto

Explicação:

O condicionador tapa os poros capilares, ajudando ao aumento da oleosidade e da tendência para a caspa.



7.Os cabelos crescem mais rapidamente no Verão. Correcto



Explicação:



De facto, o Sol estimula a produção de hormonas como a melatonina, que estimula a estrutura capilar, acelerando o crescimento dos fios de cabelos.



8.Antes de ir dormir devemos escovar o nosso cabelo 100 vezes. Errado



Explicação:



Para além de estar totalmente errado, escovar excessivamente o cabelo pode danificá-lo. Por outro lado, quando escovamos o nosso cabelo, devemos começar pelas pontas, passando de seguida para as raízes, não devendo nunca escová-lo enquanto está molhado.

Por que os adolescentes aprontam tanto?

O cérebro humano sofre mudanças durante a adolescência que suprimem os medos aprendidos na infância, de acordo com um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS). Isto poderia explicar por que os adolescentes são às vezes tão imprudentes.




Em experiências com ratos, cientistas estadunidenses da Universidade de Cornell, Universidade de Brown e a Escola de Medicina da Universidade de Nova Iorque examinaram a atividade cerebral de roedores de diferentes idades e comprovaram que os ratos adolescentes mostravam menos atividade nas duas áreas do cérebro associadas ao processamento das experiências de medo, a amígdala e o hipocampo.



Não se tratava, portanto, de que os ratos adolescentes não aprendessem a ter medo, senão de que seus cérebros não enviavam os mesmos sinais que os ratos adultos ou filhotes, suprimindo o medo contextual e a atividade neuronal associadas.



A resposta temerária a estas idades poderia ser útil desde o ponto de vista evolutivo, segundo os autores, porque ocorre em um momento em que os adolescentes estão explorando e pondo a prova os limites de sua independência, coisa que não poderiam fazer se estivessem paralisados de medo.

Por que balançamos os braços ao caminhar?

Porque, dessa forma, poupamos energia quando nos deslocamos, o que é uma vantagem fisiológica. Essa é a conclusão de um estudo feito por biomédicos da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda. O grupo de biomédicos criou um modelo mecânico para avaliar a dinâmica do balançar dos braços e fez vários testes com dez voluntários (veja ao lado). A economia de energia do nosso andar também aparece em relação a outros bípedes - um estudo feito na Universidade de Washington revelou que o caminhar humano é cerca de 75% menos dispendioso do que o caminhar bípede ou quadrúpede dos chimpanzés. Esse traço humano é antigo: o homem é bípede e anda ereto há 4,5 milhões de anos.




4x4

Os animais quadrúpedes, como cavalos, leões e elefantes, possuem uma marcha cruzada - similar à nossa

É para a frente que se anda

E com os braços em posições alternadas às das pernas

SENTIDO!

Andar com os braços segurados, como na posição de sentido dos soldados, exige 12% mais gasto metabólico do que andar normalmente. Controlando os braços ao andar, o corpo exige maior gasto energético dos músculos dos ombros para mantê-los fixos



DO MESMO LADO

A caminhada anti-balanço - com o movimento sincronizado, ou seja, braço direito com perna direita e braço esquerdo com perna esquerda - consome 26% mais energia, pois os músculos se esforçam mais para manter esse movimento



PRA LÁ E PRA CÁ

Quando andamos, a movimentação das pernas produz um deslocamento giratório, que é contrabalançado pelo movimento alternado de braços e pernas. Além disso, caminhar alternando o movimento de braços e pernas suaviza a passada, reduzindo o gasto energético dos músculos

Descobrem neurônios tipo Orkut

Pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon (EUA) encontraram dentro do neocórtex do cérebro uma sub-rede dos neurônios com grande atividade que se comportam de maneira similar aos membros de uma rede social.




Segundo os cientistas, assim como ocorre no Facebook, estas redes neuronais têm uma população pequena de membros muito ativos, mais conectados, que dão e recebem mais informação que o resto de neurônios de sua rede, segundo explica Alison Barth, coautora do estudo publicado ontem pela revista Neuron.



- "É como no Orkut, onde muitos de seus amigos não publicam nada, mas uma pequena percentagem atualiza seu estado com frequência. Estas pessoas costumam estar ligadas a mais pessoas, de maneira que ao mesmo tempo que compartilham mais informação também recebem mais informação", explica Barth.



Identificando estes neurônios "hiperativos", os cientistas esperam determinar por que são mais ativos, o que poderia aumentar seu entendimento do neocórtex, que acreditam ser o principal centro de aprendizagem do cérebro.

Usar calcinha faz mal à saúde, dizem especialistas.

Nos últimos tempos, várias celebridades apareceram em público sem vestir uma peça essencial no vestuário feminino: a calcinha. Juliana Paes, Adriane Galisteu, Flávia Alessandra e Britney Spears, por mais de uma vez, foram flagradas sem nenhuma "proteção" por debaixo de saias e vestidos. Mas porque será que elas aboliram a calcinha? Uma das explicações possíveis é aquele terrível medo de que a peça íntima marque a roupa, e assim, acabe de vez com todo o glamour do visual. Outras mulheres dizem que não a usam devido problemas de saúde. Saiba o que os especialistas dizem sobre o assunto.




O ginecologista José Bento afirma que calcinha realmente faz mal à saúde. Segundo o médico, a calcinha, principalmente as de materiais sintéticos e com forros muito grossos, impedem a ventilação do local e aquecem a região, o que acaba promovendo a proliferação de bactérias e fungos no aparelho genital e, consequentemente, o surgimento de infecções e corrimentos. Há ainda mulheres que são alérgicas a determinados tecidos, o que prejudica ainda mais a saúde do aparelho sexual.



"A saia não foi criada à toa", diz o dr. José Bento apoiando a atitude das famosas. "As mulheres realmente precisam arejar a região genital". Para ele, um hábito saudável é dormir sem calcinha. "Não há vantagem nenhuma em usar calcinha para dormir. Tudo é uma questão de costume".



Além de doenças sexuais, como a candidíase, o uso de determinados tipos de calcinhas podem provocar o aparecimento de varizes e celulite. Isso é o que afirma o ginecologista José Bento. Mas para que esses efeitos aparecerem, o elástico da região da virilha tem que estar muito apertado.



A coordenadora do Ambulatório de Sexualidade da Unifesp, a ginecologista Carolina Carvalho, é uma das defensoras do uso da calcinha. "Na minha opinião, essas mulheres que apareceram na mídia sem estarem usando calcinhas querem mesmo é aparecer". Segundo a médica, não há nada provado contra o uso da calcinha, "caso contrário a maioria das mulheres teria problemas".



"A calcinha é uma proteção, sem ela aumentaria muito o risco da mulher contrair uma infecção no local", ressalta Carolina. "Só recomendo ficar sem a peça para dormir. Outra atitude que pode ser tomada é trocá-la mais de uma vez por dia", completa.

É verdade que só usamos 30% de nossa capacidade cerebral?

Não! Isso não passa de um mito. Segundo Jackson Cioni Bittencourt, neuroanatomista do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, o engano surgiu a partir de experimentos realizados entre 1930 e 1950, durante neurocirurgias. Foi quando pesquisadores aproveitaram operações sem necessidade de anestesia geral, em que o paciente permanecia consciente, para estimular com eletrodos certas áreas do cérebro. "Esses estímulos faziam as pessoas mexer partes do corpo, sentir cheiros e ver coisas", diz Jackson. "Aí, passaram a associar certas áreas do cérebro a funções específicas."




O erro estava em achar que essas áreas agiam sozinhas, quando, na verdade, o cérebro funciona em conjunto. "A diferença é que, durante certas atividades, algumas regiões consomem mais glicose e oxigênio, dando a impressão de estarem trabalhando sozinhas", afirma Vanderlei Cerqueira de Lima, neurocirurgião do Hospital Albert Einstein. "Hoje, conhecemos melhor o cérebro humano e podemos dizer que, até mesmo quando dormimos, ele funciona por inteiro, tanto biologicamente - cuidando da homeostasia, que é o equilíbrio do corpo - quanto cognitivamente; ou seja: sonhando".